Criação de websites

O website onde a reserva acontece.

Site próprio para alojamento local e hotelaria, com motor de reservas ligado aos seus canais. Textos escritos e medição instalada, por quem só trabalha neste sector.

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Quintas, apartamentos e hostels

Douro Arda House
Reserva pelo site

Entrada

12 set

Noites

3

Comissão

0 €

Alojamentos que acompanhamos

O que se vê

Quatro falhas que quase todos os sites de alojamento têm.

Nenhuma delas se nota a olhar para o site no computador de quem o encomendou. Notam-se todas no telemóvel de quem ia reservar.

Mostra a casa e não vende a estadia

Há fotografias, há uma página «sobre nós» e há um formulário de contacto. O que não há é o sítio onde escolher datas e pagar. Quem chega com vontade de reservar sai para a plataforma onde consegue fazê-lo em três toques.

As datas do site não são as datas verdadeiras

O calendário do site vive à parte dos calendários das plataformas, e alguém tem de os igualar à mão. Basta uma vez para acontecer a reserva a dobrar, e a conversa que vem depois dessa não se esquece.

Demora, e no telemóvel demora mais

Fotografias pesadas, letra pequena, botões que se acertam à segunda tentativa. Quase todas as reservas começam num telemóvel, muitas vezes de pé, num sítio com má rede.

Ninguém sabe quantas pessoas chegaram

Sem medição, um site é uma decisão tomada às escuras todos os meses. Não se sabe quantos entraram, por onde vieram, nem em que passo desistiram, e por isso não se sabe o que corrigir.

O que está incluído

Seis peças, e o que cada uma faz.

Sem termos técnicos por explicar. Se uma palavra desta página precisa de tradução, a tradução vem primeiro.

Site próprio

Páginas escritas para este alojamento, não um modelo com o nome trocado. Rápido, seguro, e feito para se ler primeiro no telemóvel.

Motor de reservas

A parte do site onde o hóspede escolhe datas, vê o preço e confirma. É o que transforma uma visita numa reserva sem ninguém do outro lado a responder.

Calendários sempre iguais

Um programa mantém preços e disponibilidade iguais em todos os sítios onde a casa aparece: site, Booking, Airbnb. No sector chama-se channel manager, e é o que impede a reserva a dobrar.

Pagamento no momento

Cartão, MB Way ou referência, conforme o que decidir. O dinheiro entra na conta do alojamento e a reserva fica confirmada sem telefonemas.

Presença no Google

A ficha que aparece no mapa e à direita da pesquisa, com fotografias, horários e ligação direta ao site. É por aqui que chega quem procura o nome da casa.

Medição instalada e explicada

Quantas pessoas entram, por onde vêm e onde desistem. Instalada, testada, e explicada uma vez com calma, para os números serem seus e não nossos.

O percurso

O que acontece quando alguém reserva no seu site.

Vale a pena saber, porque é a diferença entre um site que dá trabalho e um site que trabalha.

No telemóvel

Escolhe as datas e vê o preço

Com as regras da casa já aplicadas: mínimo de estadia, limpeza, o que estiver definido. Paga ali, sem esperar por resposta, e é assim que se ganha a reserva a quem estava a comparar duas casas ao mesmo tempo.

0%

de comissão nesta reserva. É o mesmo hóspede, pelo valor inteiro.

O contacto fica seu

Nome, telefone e email entram no seu sistema, e não na plataforma.

E as datas fecham-se em todos os canais ao mesmo tempo

Ninguém tem de ir a três extranets bloquear o mesmo fim de semana. É o passo que evita a reserva a dobrar, e é a razão pela qual o site e as plataformas têm de estar ligados desde o primeiro dia.

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Integrações

Liga-se ao que já usa.

Não é preciso mudar de sistema para ter um site que funciona. Onde já houver ferramenta a funcionar, é a ela que o site se liga.

Booking.com Airbnb Vrbo Expedia Google Hotel Ads Channel managers e PMS do mercado

O que já existe fica

Se já tem motor de reservas ou channel manager a funcionar, mantêm-se. Verificamos a compatibilidade antes de propor qualquer coisa, e se a resposta for que não vale a pena mudar, é isso que dizemos.

As licenças são de quem as fornece

Motor de reservas, channel manager e domínio são faturados por quem os vende, e ficam em nome do alojamento. Dizemos quais são e quanto custam antes de começar.

Processo

Quatro fases, e o que sai de cada uma.

Em cada fase há uma coisa que se pode ver. Nunca se passa à seguinte com a anterior por fechar.

01 / Conversa

O que a casa tem para vender

Quantas unidades, para quem, em que épocas, e o que a distingue das outras a dez minutos de distância. Também o que já existe e se aproveita: fotografias, textos, domínio, ferramentas.

02 / Estrutura e textos

O que se diz, e por que ordem

As páginas, o que cada uma responde, e os textos escritos, em vez de preenchidos com frases que servem a qualquer casa. Aprova antes de existir desenho.

03 / Desenho e construção

O site a ganhar forma

Desenho a partir da marca que já tem, construção, motor de reservas ligado, pagamentos a funcionar e tudo verificado no telemóvel antes de ir ao ar.

04 / No ar

Publicar e explicar

Publicação, medição testada, ficha do Google tratada, e uma sessão para a equipa aprender a mexer no que é seu: preços, textos, fotografias.

O calendário faz-se de trás para a frente, a partir da data em que a casa abre ou em que quer o site no ar. Fixa-se na primeira conversa, com as datas de cada fase escritas, e é isso que diz se ainda há tempo para fazer o trabalho bem ou se há coisas que ficam para uma segunda volta.

Depois

O que acontece depois de o site estar no ar.

O site é seu

Site, domínio, acessos e conteúdo ficam em nome do alojamento, com as senhas entregues. Se um dia quiser mudar de quem trata disto, muda, sem pedir nada a ninguém.

Fica seguro e atualizado

Certificado de segurança, cópias de segurança e atualizações do sistema. Um site de reservas parado é uma porta fechada, e por isso isto não fica à responsabilidade de ninguém em particular.

A equipa aprende a mexer

Alterar um preço, publicar uma fotografia, mudar um texto. Continua a poder pedir ajuda, e deixa de ficar presa a uma resposta que demora dois dias.

Manter um site de reservas no ar custa dinheiro todos os anos, e são quatro linhas: alojamento do site, domínio, certificado de segurança, e as licenças do motor de reservas e do channel manager. Nenhuma delas é nossa, e todas ficam faturadas em nome do alojamento. A lista com o valor de cada uma entra no orçamento antes de começar, e não depois.

Até onde vai

Quando um website resolve, e quando o problema é maior.

Um website chega quando…

O alojamento já tem nome e marca com que se identifica, já tem fotografias que mostram a casa como ela é, e o que falta é o sítio onde reservar. Aqui o site é a peça que faltava e resolve o problema inteiro.

Não chega quando…

Não há marca, ou as fotografias são de telemóvel, ou os preços nunca foram decididos. Um site bem feito por cima disso continua a competir por preço, porque não há mais nada a distinguir a casa.

Dúvidas

Perguntas frequentes.

As que aparecem sempre antes do orçamento.

Falar connosco
Quanto custa um website?

Depende de quatro coisas: quantas unidades tem para vender, se a marca e as fotografias já existem ou têm de ser criadas, se o motor de reservas entra de novo ou se liga a um que já usa, e quantos idiomas quer.

O valor sai na proposta escrita depois da primeira conversa, com o âmbito ao lado, para se ver o que está a comparar. Um site de alojamento com reservas a funcionar não se compara com um site institucional de cinco páginas, e é por isso que um número sem âmbito não ajudaria a decidir.

Quanto tempo demora?

O calendário faz-se de trás para a frente, a partir da data em que a casa abre ou em que quer o site no ar, e fixa-se na primeira conversa com as datas de cada uma das quatro fases escritas.

O que mais mexe no prazo não é a construção: é a aprovação dos textos e a existência de fotografias. Um projeto onde as fotografias já existem e os textos são aprovados na primeira volta anda ao dobro da velocidade de um onde é preciso marcar uma sessão fotográfica e esperar por tempo bom.

Quanto custa manter por ano?

São quatro linhas, e nenhuma delas é nossa: alojamento do site, domínio, certificado de segurança, e as licenças do motor de reservas e do channel manager. Todas ficam faturadas em nome do alojamento, por quem as fornece.

A lista com o valor de cada uma entra no orçamento antes de começar, e não depois. Os valores dependem do fornecedor escolhido e do número de unidades, e é por isso que aparecem no orçamento em vez de aqui.

O site fica em meu nome?

Fica. Site, domínio, acessos, conteúdo e as contas das ferramentas ficam em nome do alojamento, com as senhas entregues no fim.

Se um dia quiser mudar de quem trata disto, muda, e não precisa de pedir nada a ninguém. É a resposta ao medo mais legítimo de quem já teve um site preso a uma agência.

Funciona com o meu channel manager e o meu motor de reservas?

Na grande maioria dos casos, sim, e é o caminho preferido: o que já funciona fica. Verificamos a compatibilidade antes de propor qualquer coisa.

Se a resposta for que não vale a pena mudar, é isso que dizemos. E se a ferramenta que tem limitar o site de forma séria, dizemos qual é a limitação e o que existe em alternativa, com o custo ao lado.

Posso alterar textos e fotografias sozinho?

Sim. Antes de o site ir ao ar há uma sessão com a equipa para aprender a alterar um preço, publicar uma fotografia e mudar um texto.

Continua a poder pedir ajuda quando for uma alteração maior. O que deixa de acontecer é ficar à espera dois dias para corrigir uma palavra.

Também escrevem os textos?

Sim, e é uma fase própria do processo, anterior ao desenho. Os textos escrevem-se para este alojamento, a partir do que a casa tem para vender e de para quem é, e aprova-os antes de existir qualquer desenho.

É a ordem que evita o problema mais comum: um site bonito com textos que serviriam a qualquer casa.

E se eu também precisar de marca e de fotografia?

Então o que faz sentido é o projeto maior, que junta marca, website, fotografia e presença numa coisa só, em vez de contratar três trabalhos separados que depois não encaixam.

Um site bem feito por cima de uma marca que não existe continua a competir por preço, porque não há mais nada a distinguir a casa. Nesse caso, dizemos isso na primeira conversa.

Vamos falar

Diga-nos o que tem hoje, e dizemos-lhe o que falta.

Uma conversa de trinta minutos a olhar para o site que já existe e para as suas reservas. No fim tem um orçamento com âmbito escrito, ou a indicação de que não vale a pena mexer.

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